Pesquisar

terça-feira, 16 de junho de 2015

CRIAÇÃO DE MUNICÍPIOS
Lideranças emancipalistas do Pará visitam a Assembleia Legislativa


Antonio Pantoja e o deputado Miro Sanova na AL- CE
A luta pela criação de novos municípios em alguns estados brasileiros, continua mais viva do que nunca. Exemplo disso, são as várias manifestações ocorridas recentemente para tratar do tema.
E para dar sequência no fortalecimento da luta pela criação de novos municípios, duas grandes lideranças do Movimento Emancipalista do estado do Pará, estão em visita em  à Assembleia Legislativa do Ceará. Que são: o deputado estadual Miro Sanova (PDT), e o presidente da Federação para a Criação de novos municípios do Pará Antonio Pantoja.  Miro e Pantoja estão visitando a Associação  de Criação de Novos Municípios da Assembleia Estadual do Ceará, bem como outros órgãos da casa no sentido de buscar maiores subsídios para incrementarem na Federação paraense.
Ale´m de encontros na AL, os dois líderes também mantiveram encontros com o diretor do IBGE no Ceará, Dr. Francisco Lopes, que  muito tem contribuído  com dados no fortalecimento das entidades que lutam pela criação de novos municípios Brasil a fora.
Na programação de hoje, está previsto o encontro com os parlamentares cearenses que também defendem a causa.
Em contato com o BLOG,  o deputado Miro Sanova, falou da importância de encontros como este:" Está sendo muito proveitosa esta nossa vinda ao Ceará, na busca de mais subsídios para podermos por em prática no estado do Pará. E viemos ao lugar certo, pois o Ceará é destaque nacional na luta pela criação de novos municípios, e certamente a experiência dos que estão envolvidos nesta causa aqui no Ceará, servirá muito para fortalecer nosso movimento lá no Pará", finalizou Sanova.

Pantoja, Miro Sanova e o chefe do IBGE no CE, Dr. Francisco Lopes durante explanação
Já o líder Antonio Pantoja, foi mais enfático: " Primeiro é uma alegria imensa retornar ao Ceará, pois estivemos aqui em março para o 1º Encontro Nacional de Líderes Emancipalistas, e que nos serviu de norte para implantarmos no Pará nossas associações e a criação de nossa Federação (FADEPA). Encontramos aqui exatamente o que necessitamos: incentivo, subsídios técnicos e acima de tudo apoio. E aproveitamos a oportunidade para reforçar o convite a todos que militam nesta causa, para irem  ao 2º Encontro Nacional de Líderes Emancipalistas, que ocorrerá no distrito de Mosqueiro em agosto próximo", finalizou Pantoja.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

DÍVIDAS
Técnicos do Tribunal de Contas da União apontam que governo Dilma escondeu dívidas
Contas serão julgadas na próxima quarta-feira e oposição pode voltar a falar em impeachment.


Um levantamento realizado por técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que a gestão da presidente Dilma Rousseff acumulou dívidas muito superiores às reconhecidas na contabilidade fiscal, informa a edição deste domingo (14) da Folha de S. Paulo.

De acordo com cálculos dos técnicos, até o final de 2014 as dívidas superaram em R$ 140 bilhões o valor do patrimônio do governo, que inclui seus bens e os créditos que ele tinha a receber no fim do ano passado.

A constatação fará parte de um relatório que será apresentado pelos ministros do TCU na próxima quarta-feira (17), quando o tribunal julgará as contas do ano em que a presidente concluiu seu primeiro mandato e se reelegeu.

Se a decisão for desfavorável ao governo, o julgamento abrirá caminho para a rejeição das contas de Dilma no Congresso e oferecerá novos argumentos para os líderes da oposição que defendem o impeachment da presidente.


Com informações da Folha de SP...

domingo, 14 de junho de 2015

FILIAÇÃO PARTIDÁRIA

Filiação: PSDB e PSOL ganham mais militantes; PT perde

partidos-politicos-maruim
Apenas 8 dos 33 partidos políticos atuais não tiveram queda no estoque de filiados nos primeiros cem dias de 2015 em relação ao fim do ano passado. Mas só dois deles tiveram um aumento considerável no número de filiados – e são justamente os dois que fazem maior oposição ideológica ao governo federal: PSDB e PSOL.
Os tucanos foram os que registraram o maior número de filiados em 2015 até a metade de abril, com 15 mil novos registros. Já o segundo em número de filiações neste ano foi o PSOL, com 11 mil filiações.
Enquanto isso, o que mais perdeu filiados este ano foi justamente o PT. Os dados mais recentes da Justiça Eleitoral atualizados nesta semana mostram que, oficialmente, houve 6,2 mil mais desfiliações que filiações no partido de janeiro à metade de abril deste ano.
Apesar disso, o partido ainda mantém o segundo maior contingente de filiados no total, com 1,6 milhão de petistas, perdendo apenas para os 2,3 milhões filiados ao PMDB.
“Com a crise do PT, o PSOL foi o partido que mais capturou os militantes de esquerda. Já o PSDB está ganhando com o rescaldo do antipetismo”, diz o cientista político Aldo Fornazieri, diretor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.
O cientista político Vitor Marchetti, doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP e professor do curso de Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC, vê nos números o prenúncio de uma redução da influência do PT. “Esse é o anúncio de que, pela primeira vez, o PT pode reduzir o número de prefeituras que comanda.”
Ele observa que o partido da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está alavancando o crescimento dos adversários à direita e à esquerda.
Fonte o Estado de SP...
TECNOLIGIA
Hidroavião-conceito seria capaz de transportar 2 mil pessoas
Aeronave poderia pousar e decolar na água, não necessitando de aeroportos
Pesquisadores do Departamento de Imperial de Aeronáutica, em Londres, estão desenvolvendo um conceito de design de um hidroavião de longo alcance que seria capaz de transportar até 2 mil pessoas. A aeronave, que pode pousar na água, o que aliviaria a demanda nos aeroportos. As informações são do Daily Mail.
 Foto: Daily Mail / Reprodução

De acordo com a publicação, a aeronave também seria capaz de utilizar combustíveis ecológicos. O projeto foi inspirado nos aviões que eram utilizados na década de 1940 e tinham a capacidade de pousar ou decolar na água.
O design do conceito mistura a asa com o corpo da aeronave, o que reduziria a resistência do ar, tornando o hidroavião mais eficiente com relação ao consumo de combustível.
Apesar da empolgação, os responsáveis pelo projeto admitem uma série de problemas. A falta de dados sobre como seria a capacidade de usar o oceano como pista de decolagem é um dos principais empecilhos. Outro obstáculo seria o alto custo para a construção dessas aeronaves, o que inviabiliza que o projeto seja colocado em prática em um futuro próximo.
A AMARGA COPA DE 1978
Estranha goleada da Argentina no Peru elimina o Brasil
Suspeitas. Nascido na Argentina, o goleiro Quiroga, da seleção do Peru, leva um dois seis gols na derrota de sua equipe para os donos da casa
Suspeitas. Nascido na Argentina, o goleiro Quiroga, da seleção do Peru, leva um dois seis gols na derrota de sua equipe para os donos da casa 


 

O lugar-comum "o futebol é uma caixinha de surpresas" não foi criado na Copa do Mundo de 1978, mas bem que poderia ter sido. Realizada numa Argentina assolada pela inflação e governada por uma junta militar, o mundial foi vencido pela dona da casa, numa disputa em que houve uma grande dose de fatos, no mínimo, surpreendentes. O mais esquisito foi a eliminação do Brasil, após os argentinos, nas quartas-de-final, derrotarem os peruanos pelo improvável placar de 6 a 0.

Desde a queda do treinador Osvaldo Brandão, que disputara as eliminatórias, a seleção brasileira era comandada por Cláudio Coutinho, o preparador físico de 1970, um estudioso que introduziu no futebol termos como "overlapping" e "ponto futuro". Com uma campanha medíocre, o time seguiu aos trancos até vencer a Polônia, na segunda fase, por 3 a 1, e ficar a um passo da final.

A Argentina, que fazia parte do mesmo grupo, tinha o mesmo número de pontos ganhos que o Brasil e jogaria mais tarde no mesmo dia, precisaria vencer os peruanos por uma diferença de quatro gols para tirar os brasileiros do páreo e jogar a final com a classificada Holanda. Uma missão possível, mas muito difícil, principalmente porque o Peru não vinha fazendo feio.
Deu-se que a Argentina meteu os quatro e ainda fez mais dois gols, por via das dúvidas. Há quem diga que isso nada teve a ver com o fato de Quiroga, o goleiro peruano, ter nascido na Argentina. Seja como for, seus conterrâneos acabaram se sagrando campeões do mundo ao vencer a Holanda por 3 a 1, na prorrogação. O Brasil, por sua vez, teve que se contentar com o terceiro lugar, ao bater a Itália por 2 a 1, encerrando a sua participação na Copa sem ter perdido um único jogo e com os mesmos 11 pontos obtidos pela campeã.

Num mundial sem grandes estrelas, o jeito foi a seleção brasileira se autoproclamar também campeã, só que "moral". Esquisitices à parte, a Copa da Argentina ficou na história do esporte brasileiro pela despedida de Rivelino da seleção e pela intervenção do presidente da CBD, o almirante Heleno Nunes, na escalação do time, barrando Zico e Reinaldo para escalar Jorge Mendonça e Roberto Dinamite.

Veja os gols......

                    

Fonte o Globo...

sábado, 13 de junho de 2015

PARCEIROS
PT rejeita romper com PMDB, mas Cunha é hostilizado
O 5º Congresso do partido, realizado em Salvador, decidiu por maioria dos votos que aliança com PMDB deve ser mantida


SALVADOR. O PT rejeitou em seu 5º Congresso a possibilidade de romper a aliança com o PMDB. A votação de uma emenda de resolução sobre o tema, porém, gerou hostilizações ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Quando o líder do governo na Câmara, José Nobre Guimarães (PT-CE), defendia a rejeição da emenda, os delegados petistas começaram a gritar: "Fora Cunha".
- Não é questão aqui de defender o Cunha, mas de evitar que o governo não sofra com o isolamento.
Até o deputado Carlos Zaratini (PT-SP), que também discursou pela rejeição da emenda contra o PMDB, hostilizou Cunha.
- Temos 12 anos de uma aliança vitoriosa. Não é porque um oportunista de ocasião está na Presidência da Câmara que vamos mudar isso.
A emenda foi rejeitada pela maioria dos presentes, sem necessidade de contabilizar individualmente os votos.


FRUSTRAÇÃO
Para quem acreditou numa ampla reforma política restou a frustração
De 16 propostas apenas 03 foram aprovadas
plenario camara
Das 16 propostas colocadas em votação referentes a Reforma Política na Câmara dos Deputados, apenas sete foram aprovadas, resultando em poucas mudanças e frustrando a quem esperava um novos sistema eleitoral a partir das próximas eleições. Um dos pontos mais discutidos foi com relação ao voto facultativo, que foi derrubado e o financiamento somente público das campanhas, ambos rejeitados.
O chamado “Distritão”, proposta apoiada pelo presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha que previa a eleição dos candidatos com mais votos, foi derrotada e o sistema eleitoral permanece como está. Isto é, as vagas são preenchidas de acordo com a votação do partido ou coligação. Feito esse calculo, o partido ocupa as vagas entre os mais votados.
Já o financiamento de campanha passou de financiamento misto (dinheiro público do fundo partidário e do tempo de TV e doações de pessoas físicas e empresas para candidatos e partidos), para o financiamento onde as empresas só poderão doar a partidos. Já pessoas físicas poderão doar para os candidatos. O financiamento público continua da forma como é hoje.
Uma das mudanças aprovadas foi o fim da reeleição para os cargos do Executivo. Os eleitos em 2014 e 2016 ainda poderão se reeleger, se aptos pela regra atual. As coligações proporcionais também foram mantidas.
A clausula de desempenho, que atualmente prevê a divisão de 5% do Fundo Partidário com todos os partidos existentes, que também têm acesso ao tempo de rádio e TV, foi alterada. Com a mudança só poderão receber dinheiro do FP e usar o horário eleitoral gratuito, o partido que concorrer com candidatos próprios e eleger ao menos um parlamentar.
A duração de mandatos talvez seja a proposta mais polêmica e deverá sofrer alterações no Senado. Os deputados alteraram o tempo dos senadores de 8 para 5 anos e os próprios de 4 para 5 anos. Os cargos executivos também passariam para cinco anos, com período de transição nas duas próximas eleições.
Os deputados rejeitaram a coincidência das eleições, que continuarão separadas em municipais e gerais. Já o voto facultativo foi rejeitado e continua obrigatório para os maiores de 18 anos. A idade mínima para concorrer ao cargo de deputado, passou dos atuais 21 anos para 18 anos. E a idade mínima para governadores, vices e senadores, também mudou passando de 30 e 35 anos, respectivamente, para 29 anos em todos os cargos.
Por fim, a posse dos executivos eleitos foi alterada. Será no dia 4 de janeiro para governadores e no dia 5 para presidente da República. Com a nova data, a presidência da República será exercida por quatro dias pelo presidente da Câmara dos Deputados em 2019.
Atualmente duas instâncias analisam a reforma política na Câmara. O Plenário está votando, por partes, mudanças na Constituição. Já as mudanças no sistema eleitoral que são definidas por leis infraconstitucionais estão sendo analisadas por uma comissão especial

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, disse nesta sexta-feira (12) que a proposta que regulamenta pontos da reforma política poderá ser votada na primeira semana de julho. Uma comissão especial em funcionamento na Casa está encarregada de elaborar um texto que muda a legislação infraconstitucional para definir regras relativas a teto de financiamento de campanhas, redução de tempo de campanha, mudança do programa eleitoral, divisão do tempo eleitoral, restrições ao fundo partidário.
“Haverá muitas normas que poderão ser mudadas”, avisou o presidente. Ele explicou também que certamente haverá um teto para o financiamento, por ser essa uma exigência da Constituição.
Eduardo Cunha se disse satisfeito com a votação da reforma política em primeiro turno, pelo Plenário. “A gente está acabando com a hipocrisia de todo mundo defender a reforma política e ninguém votar. Aqueles que passaram a vida inteira fazendo discurso, que defendem mudança de modelo, financiamento público, lista fechada, distrital ou não sei o quê, vão agora acabar com o discurso”, afirmou.
A votação da reforma política deve ser retomada na terça-feira (16) e deverão ser votados temas como a criação de cotas para mulheres nas eleições proporcionais. A ideia de Cunha é concluir a votação em primeiro turno na quarta-feira (17). O segundo turno deverá ser votado na primeira semana de julho.
Com informações da Agência Câmara