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quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Deputado Danilo Forte faz pronunciamento com fortes críticas à gestão da era PT
Parlamentar volta a defender a PEC 241 da qual é o relator
Em pronunciamento na manhã desta quarta-feira, 31/08, na Câmara Federal, o deputado Danilo Forte (PSB-CE), voltou a criticar fortemente a forma como o governo da presidente afastada, Dilma Rousseff, conduziu a economia do país em seu segundo mandato à frente da Nação.
Danilo voltou a defender a PEC 241 que trata do equilíbrio da finanças do Governo Federal e da qual é o relator.
Veja o vídeo abaixo com o pronunciamento de Danilo Forte..
Parlamentar volta a defender a PEC 241 da qual é o relator
Em pronunciamento na manhã desta quarta-feira, 31/08, na Câmara Federal, o deputado Danilo Forte (PSB-CE), voltou a criticar fortemente a forma como o governo da presidente afastada, Dilma Rousseff, conduziu a economia do país em seu segundo mandato à frente da Nação.
Danilo voltou a defender a PEC 241 que trata do equilíbrio da finanças do Governo Federal e da qual é o relator.
Veja o vídeo abaixo com o pronunciamento de Danilo Forte..
terça-feira, 30 de agosto de 2016
PEC 241
Deputado Danilo Forte concede entrevista à Agência de Notícias Reuters
Parlamentar cearense foi o relator junto à CCJ da Câmara Federal
Conheça mais sobre a PEC 241
A PEC 241 é uma iniciativa do governo liderado por Michel Temer, que visa estabelecer um teto para a expansão das despesas primárias, em que são excluídas apenas os gastos financeiros, que dependem da evolução da dívida pública e das condições para seu financiamento.
O objetivo é recuperar minimamente o equilíbrio fiscal e lançar as bases para a retomada do desenvolvimento, superando a grave recessão e o monumental desemprego que afetam o conjunto da sociedade. Para tanto, as despesas primárias dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e, ainda, de órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas da União (TCU) não poderão, inicialmente por dez anos, crescer a cada exercício mais do que o IPCA, índice que mede a inflação. A expectativa é a de que durante esse período a receita cresça acima da inflação, produzindo o ajuste necessário.
Deputado Danilo Forte concede entrevista à Agência de Notícias Reuters
Parlamentar cearense foi o relator junto à CCJ da Câmara Federal
Conheça mais sobre a PEC 241
A PEC 241 é uma iniciativa do governo liderado por Michel Temer, que visa estabelecer um teto para a expansão das despesas primárias, em que são excluídas apenas os gastos financeiros, que dependem da evolução da dívida pública e das condições para seu financiamento.
O objetivo é recuperar minimamente o equilíbrio fiscal e lançar as bases para a retomada do desenvolvimento, superando a grave recessão e o monumental desemprego que afetam o conjunto da sociedade. Para tanto, as despesas primárias dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e, ainda, de órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas da União (TCU) não poderão, inicialmente por dez anos, crescer a cada exercício mais do que o IPCA, índice que mede a inflação. A expectativa é a de que durante esse período a receita cresça acima da inflação, produzindo o ajuste necessário.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
"Segunda Terra" é achada próxima ao Sistema Solar
Cientistas revelam planeta 'parecido com Terra' orbitando estrela vizinha
Astrônomos revelaram nesta quarta-feira uma descoberta que vinha gerando rumores há meses no meio científico. E não por menos. A equipe formada por dezenas de pesquisadores identificou um planeta pequeno e provavelmente rochoso orbitando a estrela Proxima Centauri, situada no sistema planetário de Alpha Centauri, que é vizinho do nosso Sistema Solar na Via Láctea.
Professor da Universidade de Londres, no Reino Unido, o astrônomo Guillem Anglada-Escudé e dezenas de colegas encontraram o Proxima b depois de analisar dados coletados por dois telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) entre 2000 e 2014 e por meio de uma série de observações de janeiro a março deste ano. Para tanto, eles se basearam no efeito Doppler, o que torna posssível identificar minúsculos movimentos de uma estrela resultantes da força gravitacional de um planeta que a orbita.
Cientistas revelam planeta 'parecido com Terra' orbitando estrela vizinha
Astrônomos revelaram nesta quarta-feira uma descoberta que vinha gerando rumores há meses no meio científico. E não por menos. A equipe formada por dezenas de pesquisadores identificou um planeta pequeno e provavelmente rochoso orbitando a estrela Proxima Centauri, situada no sistema planetário de Alpha Centauri, que é vizinho do nosso Sistema Solar na Via Láctea.
Encontrar planetas com características parecidas com as da Terra é algo extremamente raro e comemorado por cientistas que se dedicam à busca de condições de vida fora do nosso mundo. No estudo sobre a descoberta, publicado na revista "Nature", os seus autores explicam que o planeta, batizado de Proxima b, tem massa apenas 30% maior que a da Terra e que as condições de temperatura lá, teoricamente, permitem a existência de água em estado líquido na sua superfície.
Além disso, a maioria dos planetas extrassolares descobertos até hoje estão a milhares de anos luz da Terra. Mas a Proxima Centauri é uma estrela-anã que fica a "meros" quatro anos-luz de distância do nosso Sistema Solar (ou seja, uma viagem até lá, na velocidade da luz, levaria quatro anos). Trata-se da estrela mais próxima do Sol. A "vizinhança" com o Proxima b enche de esperanças os astrônomos, que agora pretendem analisar exaustivamente o "novo mundo" para saber se o planeta tem uma atmosfera e se de fato existe água em estado líquido na sua superfície.
Segundo os pesquisadores, as observações sugerem a presença de um planeta quente e de massa parecida com a da Terra, que orbita a estrela Proxima Centauri a cada 11,2 dias, a uma distância de 7,5 milhões de quilômetros, o que representa apenas 5% da distância entre a Terra e o Sol. O período orbital leva a crer que o planeta está numa zona em que a temperatura de sua superfície poderia, em tese, comportar água em estado líquido. Mas esta suposição ainda precisa ser investigada.
Um dos senões para se acreditar na possibilidade de vida como conhecemos no Proxima b é justamente a sua distância da Proxima Centauri. A proximidade da estrela significa que o planeta sofre com uma influência muito mais intensa de raios-X do que a observada na Terra. Não se sabe, por exemplo, se o mundo revelado nesta quarta-feira tem, assim como o "planeta azul", um campo magnético para protegê-lo dessa radiação.
Por outro lado, como a Próxima Centauri é uma estrela de menos intensidade que o Sol, presume-se que, mesmo com a pouca distância entre astro e planeta, a temperatura no Proxima b pode não ser extrema. Para desvendar tudo isso, e muito mais, a equipe de astrônomos acredita que, nos próximos séculos, a exploração de Proxima b com robôs pode se tornar possível.
"A Proxima Centauri vai existir por muitas centenas ou até milhares de vezes mais do que o Sol. Qualquer forma de vida no planeta pode ainda estar se desenvolvendo muito depois de nosso Sol morrer", escreve o especialista Artie Hatzes, num artigo que acompanha o texto sobre a descoberta.
Ilustração mostra o Proxima b com a estrela Proxima Centauri e as menores Alpha Centauri A e Alpha Centauri B - ESO/M. Kornmessersábado, 13 de agosto de 2016
ESTELIONATO ELEITORAL
A "indústria das falsas lideranças políticas" no Brasil
Candidatos a prefeito e vereador têm reclamado de verdadeiros achaques praticados por vereadores, ex-vereadores, suplentes e até lideranças comunitárias, cobram "fortunas" pelo apoio a um candidato, como se donos fossem dos votos do eleitor.
Candidatos a prefeito e vereador, de todos os partidos, Brasil afora, reclamam dos custos da campanha eleitoral e, principalmente da cobrança aberta que lideranças políticas fazem em troca da promessa de votos.
A "indústria das falsas lideranças políticas" no Brasil
Candidatos a prefeito e vereador têm reclamado de verdadeiros achaques praticados por vereadores, ex-vereadores, suplentes e até lideranças comunitárias, cobram "fortunas" pelo apoio a um candidato, como se donos fossem dos votos do eleitor.
Candidatos a prefeito e vereador, de todos os partidos, Brasil afora, reclamam dos custos da campanha eleitoral e, principalmente da cobrança aberta que lideranças políticas fazem em troca da promessa de votos.
Virou uma espécie de indústria, o apoio eleitoral no Brasil, estimulada, sobretudo, por candidatos de primeira viagem, com os bolsos cheios de dinheiro e pouca experiência para conquistar o eleitor.
Vereadores, ex-vereadores, suplentes de vereador e, até lideranças comunitárias, chegam a cobrar R$ 60 mil, R$ 100 mil por um “punhado de votos” em determinado município.
– O pior é que os candidatos acabam se sujeitando, já que precisam de lideranças em suas reuniões, comícios e palestras. Montar palanque sem liderança em uma cidade é pedir para ser ignorado .
A indústria do voto funciona assim: uma destas lideranças senta com um candidato a prefeito e mostra sua capacidade eleitoral, baseada na própria votação que obteve nas eleições municipais. A partir daí, negocia um valor fixo – em milhares de reais – para apoiar o tal candidato. O que acaba virando um verdadeiro leilão.
Outros candidatos, com bala para gastar, negociam com vereador já comprometido, oferecendo mais e, gerando uma inflação eleitoral sem controle.
No passado, o dinheiro era repassado a associações comunitárias de todos os tipos, geralmente controladas por esses vereadores, ex-vereadores, suplentes de vereadores e lideranças comunitárias. Cabia à associação a prestação de contas do que foi usado.
Com as investigações sendo mais aprofundadas, levando os envolvidos, muitas vezes à execração pública, e outras vezes á cadeia mesmo, novas táticas foram adotadas e, a negociação passou a ser aberta e direta, com o próprio vereador, suplente e as tais lideranças comunitárias.
E fica difícil pegar as negociações, já que são feitas nas sombras, sem recibo ou qualquer documento.
O custo do voto só aumenta para candidatos e partidos, mesmo que a Justiça Eleitoral tenha definido limites para os gastos com as campanhas, a fim de tentar fazer valer a isonomia para todos, ou pelo menos quase todos.
Resumindo a "ópera": O sujeito vende o que não lhe pertence, ou seja, o voto de seus liderados, embolsa o dinheiro e ainda goza da cara dos tolos e ( inocentes?). E ainda há casos em que o "pseudo líder", vende e não entrega a "mercadoria" e, ainda joga a culpa no eleitor.
Com tais "mumunhas" e "canalhices", perde o eleitor, perde o "comprador" (candidato a prefeito ou a vereador) e perde principalmente, a democracia.
Portanto, olho vivo.....
Carlos Kté Santos...
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terça-feira, 9 de agosto de 2016
IMPEACHMENT
Senadora da base aliada reconhece dificuldades para continuar a defesa de Dilma Rousseff
No momento em que o Senado Federal decide se o processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff, prossegeu ou não, uma das mais leais defensoras da presidente, dá uma declaração interpretada por muitos como "bombástica". Em seu perfil numa rede social, a Senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), reconheceu que Dilma não teria mais condições de governar. Tal declaração, vem em um momento em que os próprios aliados têm andado muito cabisbaixos, na eminência de um desfecho desfavorável a Dilma.
Veja a postagem de Vanessa Grazziotin...
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