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sábado, 9 de julho de 2016

PROPINA
A lavanderia de Dilma


descoberta da relação do doleiro Toninho da Barcelona com a Focal, segunda empresa que mais recebeu recursos da campanha de Dilma Rousseff, reforça a suspeita de que a empresa foi usada para lavagem de dinheiro.
O TSE, mais do que nunca, precisa quebrar o sigilo bancário e fiscal da Focal e das gráficas fantasmas, como a VTPB.
Temer e o complexo de 'vira-lata'
Em encontro promovido pela CNI, Michel Temer defendeu que as empresas priorizem mão de obra formada no exterior.
"Nas suas empresas e empresas outras que forem conectadas com os senhores, se puderem dar preferência muitas vezes àqueles que se formaram no exterior, porque, queremos ou não, talvez venham bem formados com informações tecnológicas que auferiram no exterior."
O motorista de Dilma
A Rede Seg é um caso ainda mais flagrante do que a Focal e a VTPB.
A Isto É informa que, “abastecida com R$ 6,15 milhões da campanha de Dilma, a gráfica sequer entregou ao TSE cópias ou originais do livro contábil, porque ele simplesmente não existe.
A gráfica – 8ª maior beneficiária de dinheiro da campanha que reelegeu a presidente da República em 2014 – não faz contabilidade escriturada da empresa. Isto, por si só, já configuraria, no mínimo, um ‘ilícito fiscal’.
A Red Seg também está lotada em um imóvel que abriga somente uma guilhotina de papel e uma impressora, que também é filha única. Os documentos do estabelecimento apontam como proprietário Vivaldo Dias da Silva. Um ano antes da campanha, de acordo com dados do Ministério do Trabalho, ele era motorista e ganhava salário de R$ 1.490”.

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